Existe uma certa tendência no Universo, onde todo sempre procura se locupletar, seja de virtudes, seja de conhecimentos, seja de produtos e até de alimetnos. Todos os seres, por mais pangalácticos ou hiperinteligentes que sejam, parecem nascer com um vazio, um vazio que aparentemente nunca se complete (ou já se completou faz tempo, mas eles continuam a enchê-lo enquanto divagam sobre qualquer coisa relacionada com laticínios).
