Após alguns momentos de reflexão ouvindo música instrumental (Mono, Explosions in the Sky e Ghosts and Vodka mais especificamente) percebi algo que realmente me inspirou a escrever: os Sentimentos por trás do RPG. Nesse nosso famigerado jogo de interpretações de papeis costumamos encarnar personagens que tentam a todo momento ser reais, ficar próximos de nós, mas por que? Será que nós, RPGistas, usamos este hobby como uma fuga da realidade, uma forma de projetarmo-nos para longe dos problemas diários e das péssimas memórias de momentos horríveis de nossas vidas? Será que tentamos ser muito bons em coisas que nunca conseguiríamos realizar no mundo real? Será que tentamos fingir sermos os heróis que víamos nas revistas em quadrinhos, cinemas e desenhos animados que permeavam nossa estranha infância?